Cientistas de chinelos: experiências para fazer em casa!

Imprimir esporos de cogumelos

No Outono, após as primeiras chuva dos campos brotam fabulosos seres vivos, incluindo os cogumelos!

Mas atenção!

Esta actividade deve ser supervisionada por um adulto, deves lavar sempre as mãos depois de mexer nos cogumelos e NUNCA os ingerires! Em Portugal existe muitas espécies de cogumelos que são venenosas!!

Vais precisar de:

– uma tigela redonda

– cartolina de várias cores

– cogumelos (os esporos caem da parte inferior do chapéu do cogumelo)

–  spray fixante

Corta o pé do cogumelo e coloca o chapéu virado para baixo sobre um pedaço de cartolina. Cobre-o com a tigela para que os esporos não se espalhem. No dia seguinte levanta cuidadosamente o chapéu do cogumelo. Os esporos do cogumelo já terão caído para a cartolina e estarão impressos.Para evitar que a impressão se esborrate, borrifa-a com um pouco de spray fixante, por exemplo, laca para o cabelo. Quando a laca secar terás acabado a tua impressão.

O que aprendeste?

Os cogumelos pertencem ao reino dos Fungi. Para se reproduzirem soltam esporos minúsculos no ar e o vento transporta-os fazendo com que os cogumelos cresçam por todo o lado.

cogumelos na serra algarvia

Cientistas de chinelos: experiências para fazer em casa!

Comedouro de borboletas

A Primavera já começou e os dias estão maiores… que tal aproveitares os dias de férias da Páscoa para construíres um comedouro de borboletas?

Vais precisar de:

– Um copo de plástico branco

– Um alfinete e uma esferográfica

– Um fio de lã, ou outro material

– Algodão, pedaços de plástico colorido e cola

– Açúcar e água

Com o alfinete, faz dois furos opostos no rebordo de um copo de plástico. Faz outro furo no fundo do copo e alarga-o com a ponta de uma esferográfica. Insere no furo uma bolinha de algodão, ficando uma parte dentro e outra parte fora do copo. Recorta pétalas em pedaços de papel colorido. Cola-as na base do copo, em volta da bola de algodão, para fazer uma flor. Deita 9 colheres de sopa de água e 1colher de açúcar num recipiente. Mexe bem e deita a mistura no copo. Pendura o comedouro num ramo e observa-o ao longo de um dia.

O que aprendeste?

A água açucarada no algodão simula o néctar das flores verdadeiras (substância aquosa segregada pelas plantas com composição baseada em açucares). Este serve de alimento às borboletas, que são atraídas ao comedouro pelo brilho das pétalas de plástico. A boca das borboletas (chamada de probóscide) suga a água açucarada que embebe a bola de algodão.

No ano em que se celebra o Ano Internacional para a Biodiversidade, podes também contribuir para o bem-estar de um grupo de seres vivos que cada vez mais emendo com a diminuição de campos cultivados e flores selvagens.

Boa Páscoa!

Fonte: Edicare

Cientistas de chinelos: experiências para fazer em casa!

Qual cresce melhor?

Vais precisar de:

– Um rolo de papel de cozinha

– 3 Pratos

– Água da torneira

– Sementes de agrião ou outras sementes de crescimento rápido

– Formas de cortar massa

Faz 3 pilhas com 10 folhas de papel absorvente cada e coloca cada pilha num prato. Em cima de cada uma coloca uma forma de cortar massa. Deita água em dois pratos até ensopar o papel, mas não demasiado… No terceiro, escreve “seco”num dos lados do papel. Deita as sementes dentro das formas e espalha-as. Retira as formas com cuidado e põe um dos pratos dentro de um armário. Coloca outro prato junto a uma janela. Coloca o prato seco junto da janela também. Todos os dias junta uma colher de água nos pratos húmidos, mas não directamente nas sementes! Ao fim de uma semana já deves ter resultados! O que observas?

O que aprendeste?

Decerto notaste que o prato com os melhores resultados foi o que tinha disponibilidade de água e de luz, todas as sementes germinaram de forma viçosa! As sementes secas não cresceram, pois para tal necessitariam de água. Quando germinam, precisam de luz para crescer, por isso as que estavam dentro do armário ficaram amarelas após a germinação…

A germinação é o primeiro passo de crescimento de uma planta a partir de um estado de vida latente – uma semente.

Nas plantas, o crescimento depende da luz para realizar a fotossíntese: a planta absorve a luz do Sol, que fornece a energia necessária para a transformação da água e do dióxido de carbono em açúcar.

Cientistas de chinelos: experiências para fazer em casa!

Ver o ADN de um organismo

O ADN é a abreviatura de uma gigante palavra: acido desoxirribonucleico. Este contém toda a informação genética que identifica e condiciona as características de um organismo vivo. Tem dimensões microscópicas, mas agora vais poder descobrir como torná-lo visível a olho nú.

Vais precisar de :

– duas tigela de vidro

– uma cebola média

– detergente da loiça líquido

– meia colher de chá de sal

– duas colheres de água

– um coador

– um frasco de vidro transparente

– um frasco de álcool etílico

Pica a cebola fina e coloca na taça de vidro. Junta o detergente, de forma a envolver a cebola picada. ATENÇÃO, não deve cobrir por completo a cebola. Junta o sal e a água, mexe lentamente (para não fazer espuma) e deixa repousar 10 minutos. Mexe com cuidado novamente e usa o coador para transferir a mistura para a outra tigela. Deita este liquido no frasco e retira a possível espuma com uma colher. Deita devagar o álcool no frasco até cerca do mesmo volume da solução anterior. Não deves misturar as camadas. Aguarda 20 minutos e observa os filamentos brancos que se formaram na superfície. Aí tens o ADN da cebola.

O que aprendeste?

O sal e o detergente líquido promovem a lise (quebra/rompimentos) da parede celular da cebola, libertando o seu conteúdo, onde se encontra o ADN. Este não se dissolve nos líquidos á base de álcool, e como tal, forma os filamentos brancos que se vê a flutuar na superfície.

Cientistas de chinelos: experiências para fazer em casa!

Dissolução a quente e frio

Já reparaste que quando bebes leite quente, a mesma quantidade de açúcar demora menos tempo a dissolver que quando bebes o leite frio? Já pensaste no porquê de isso acontecer?

Vais precisar de:

– 1 copo com água quente

– 1 copo com água fria

– 1 cronómetro

– 2 colheres de açúcar

Coloca uma colher de açúcar no copo de água fria e cronometra o tempo que demora a se dissolver por completo. Repete a experiência no copo de água quente. Atenção! Não podes mexer com a colher!

O que aprendeste?

Decerto reparaste que a água quente dissolveu o açúcar mais rapidamente. O que acontece é que o calor faz com que as partículas se movimentem mais depressa, aumentando a sua dispersão. Assim, as partículas de açúcar espalham-se mais depressa, sendo por isso a sua dissolução acelerada.

Cientista de chinelos: Experiências para fazer em casa!

Sabias que podes ter o ciclo da água dentro de um saco de plástico?

Vais precisar de:

– Um saco de plástico transparente

– Um elástico e fita-cola

– Água da torneira

Enche o saco até ¼ da sua capacidade e fecha-o bem com um elástico. Cola-o numa janela, prende-o bem num local onde o sol incida durante umas horas. Aguarda e observa o resultado.

 O que aprendeste?

ciclo da águaAs moléculas de água estão em constante movimento, ao qual é chamado ciclo da água. O calor faz aquecer a água, passando a um novo estado físico: o vapor. À medida que o vapor de água arrefece, condensa, formando-se as nuvens. O processo continua e ao aumentar de peso, as gotas de água presentes nas nuvens caem sobre a forma de precipitação. Esta precipitação vai novamente fazer parte de um lago, mar (água de superfície) ou infiltrar-se no solo e (infiltração).

Fonte